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| Foto de Armando Caldas (fotógrafo de Biodiversidade) |
quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
Principais espécies de algas comestíveis, no Minho
Lamnaria spp.
Bibliografia:
http://www.algaebase.org/
CAMPBELL, A. (1994). Fauna e Flora do Litoral - Guia FAPAS. Porto: FAPAS/Parque EXPO 98.
http://gib.cm-viana-castelo.pt/documentos/20081003163152.pdf
http://www.cienciaviva.pt/rede/oceanos/1desafio/algas-marinhas-utilidades.pdf
Este género é frequentemente utilizado em sopas, saladas, estufados, e em molhos e está presente em toda a costa. É uma alga castanha, de talo maciço e não ramificado. Possui ainda uma estrutura ereta e está diferenciado em rizóides, estipe cilíndrica e lâmina achatada, sem nervura. Têm, no mínimo a 40 cm de comprimento, quando adulta. Já a lâmina apresenta rasgos longitudinais mais ou menos profundos e irregulares.
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| Aspeto da Laminaria sp. adulta |
http://www.algaebase.org/
CAMPBELL, A. (1994). Fauna e Flora do Litoral - Guia FAPAS. Porto: FAPAS/Parque EXPO 98.
http://gib.cm-viana-castelo.pt/documentos/20081003163152.pdf
http://www.cienciaviva.pt/rede/oceanos/1desafio/algas-marinhas-utilidades.pdf
Principais espécies de algas comestíveis, no Minho
Laurencia pinnatifida
Esta espécie, conhecida por Argacinho-das-lapas, é usada como condimento picante e está presente em toda a costa portuguesa. Pode possuir até 30 cm de comprimento e apresenta um ramo principal bem desenvolvido e ramificado alternadamente. Os ramos, por sua vez, são curtos e apresentam uma estrutura arredondada, Esta alga possui cor acastanhada.
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| Laurencia pinnatifida |
http://www.algaebase.org/
CAMPBELL, A. (1994). Fauna e Flora do Litoral - Guia FAPAS. Porto: FAPAS/Parque EXPO 98.
http://gib.cm-viana-castelo.pt/documentos/20081003163152.pdf
http://www.cienciaviva.pt/rede/oceanos/1desafio/algas-marinhas-utilidades.pdf
Principais espécies de algas comestíveis, no Minho
Gracilaria verrucosa
Bibliografia:
http://www.algaebase.org/
CAMPBELL, A. (1994). Fauna e Flora do Litoral - Guia FAPAS. Porto: FAPAS/Parque EXPO 98.
http://gib.cm-viana-castelo.pt/documentos/20081003163152.pdf
http://www.cienciaviva.pt/rede/oceanos/1desafio/algas-marinhas-utilidades.pdf
Esta espécie é um alga vermelha usada normalmente em sopas, estufados, saladas e geleias e é conhecida por cabelo de velha. Possui entre 7 e 50 cm de comprimento e tem uma estrutura cilíndrica, fina e ramificada aleatoriamente. Possui ao longo de todo os corpo pequenas protuberâncias (órgãos reprodutores), facto que que lhe dá o nome (verrucosa) e nos permite distinguir bem esta espécie.
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| Gracilaria verrucosa |
http://www.algaebase.org/
CAMPBELL, A. (1994). Fauna e Flora do Litoral - Guia FAPAS. Porto: FAPAS/Parque EXPO 98.
http://gib.cm-viana-castelo.pt/documentos/20081003163152.pdf
http://www.cienciaviva.pt/rede/oceanos/1desafio/algas-marinhas-utilidades.pdf
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
Principais espécies de algas comestíveis, no Minho
Esta espécie, presente em toda a costa, é utilizada em saladas, sopas, frituras, estufados e pão e é conhecida como botelho comprido. Distingue-se das outras algas pela sua forma em palma de mão (palmata), por possuir um comprimento de 10 a 30 cm e por possuir um órgão de fixação discoidal. As partes jovens da planta são delicadas e translucidas, enquanto as partes adultas são espessas e escuras, podendo apresentar pequenos râmulos periféricos, nas suas margens.
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| Espécime de Palmaria palmata |
http://www.algaebase.org/
CAMPBELL, A. (1994). Fauna e Flora do Litoral - Guia FAPAS. Porto: FAPAS/Parque EXPO 98.
http://gib.cm-viana-castelo.pt/documentos/20081003163152.pdf
http://www.cienciaviva.pt/rede/oceanos/1desafio/algas-marinhas-utilidades.pdf
Principais espécies de algas comestíveis, no Minho
Gigartina stellata
Esta espécie, vulgarmente conhecida como musgo ou botelha,encontra-se ao longo de toda a costa e é utilizada vulgarmente em: sopas, geleias, estufados e biscoitos. Como o próprio nome é indicativo, é muito semelhante à espécie, já descrita no blog, Chandrus crispus. Apesar da semelhança na dicotomia das folhas, distinguem-se facilmente se comparados, uma vez que no género Chandrus as folhas estão divididas em duas zonas, a parte inferior e superior, em que na inferior a folha não apresenta ramificações e na parte superior apresenta-se ramificada dicotomicamente. Já nesta espécie, G. stellata, toda a folha está ramificada dicotomicamente, além das folhas serem, normalmente, mais curtas. Além disso as folhas são mais achatadas e têm uma forma encarquilhada (enrugada). As plantas adultas apresentam ainda uns granulos negros, os quais juntamente com o encarquilhado ajudam a distinguir esta espécie do C. crispus.
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| Gigartina stellata |
http://www.algaebase.org/
CAMPBELL, A. (1994). Fauna e Flora do Litoral - Guia FAPAS. Porto: FAPAS/Parque EXPO 98.
http://gib.cm-viana-castelo.pt/documentos/20081003163152.pdf
http://www.cienciaviva.pt/rede/oceanos/1desafio/algas-marinhas-utilidades.pdf
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