sábado, 10 de novembro de 2012

Coreografia “Preservação do meio ambiente”

Umas das músicas coreografadas durante a cerimónia do Hastear da Bandeira Verde, pelo Clube de Dança, foi o sucesso do Gotye - "Somebody that i used to know".





quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Poema "O Cântico da Terra"


Durante a cerimónia onde se hasteou a Bandeira Verde das Eco-Escolas, foi lido um poema da poetisa brasileira Cora Coralina (1889-1985).

Eu sou a terra, eu sou a vida.

Do meu barro primeiro veio o homem.
De mim veio a mulher e veio o amor.
Veio a árvore, veio a fonte.
Vem o fruto e vem a flor.

Eu sou a fonte original de toda vida.

Sou o chão que se prende à tua casa.
Sou a telha da coberta de teu lar.
A mina constante de teu poço.
Sou a espiga generosa de teu gado
e certeza tranquila ao teu esforço.

Sou a razão de tua vida.

De mim vieste pela mão do Criador,
e a mim tu voltarás no fim da lida.
Só em mim acharás descanso e Paz.

Eu sou a grande Mãe Universal.

Tua filha, tua noiva e desposada.
A mulher e o ventre que fecundas.
Sou a gleba, a gestação, eu sou o amor.

A ti, ó lavrador, tudo quanto é meu.

Teu arado, tua foice, teu machado.
O berço pequenino de teu filho.
O algodão de tua veste
e o pão de tua casa.

E um dia bem distante

a mim tu voltarás.
E no canteiro materno de meu seio
tranquilo dormirás.

Plantemos a roça.

Lavremos a gleba.
Cuidemos do ninho,
do gado e da tulha.
Fartura teremos
e donos de sítio
felizes seremos.

Hastear da Bandeira Verde


Alunos, Professores e Funcionários da nossa Escola juntaram-se na manhã de hoje, dia 7,  no parque de estacionamento, para participar na cerimónia do  hastear da Bandeira Verde das Eco-Escolas. Este galardão foi-nos atribuído como prémio pelas atividades desenvolvidas em prol do meio ambiente, no ano letivo transato. Este é já o décimo galardão que a nossa Escola recebe e, por isso, estamos de parabéns! Festejamos uma década de compromisso com o planeta Terra.
A assinalar este facto, foi plantada mais uma árvore – uma figueira – que se junta às nove árvores autóctones que também ficaram a assinalar este galardão em anos anteriores.







Dia Internacional Eco-Escolas


A 7 de novembro,  pela primeira vez, comemora-se o Dia Internacional Eco-Escolas. Todas as escolas galardoadas foram convidadas a participar neste evento, desenvolvendo atividades que mobilizassem quer a escola, quer a comunidade.
O Externato Infante D. Henrique, EIDH, aliou-se a este evento com o desenvolvimento das seguintes atividades:
- Decoração de diversos locais da escola com as anteriores bandeiras verdes atribuídas.
- Divulgação pública do blog Gogreen - blog Eco-Escolas do EIDH
- Cerimónia do Hastear da Bandeira Verde
            - Entrega do certificado Eco-Escolas ao diretor
            - Coreografia “Preservação do meio ambiente”
            - Leitura do poema “O Cântico da Terra”
            - Hastear da Bandeira Verde
            - Coreografia “Asas nos pés”
            - Plantação de uma árvore a assinalar o 10º galardão atribuído à escola.
- Oficinas de reciclagem.
- Palestra “Impacte das barragens: o caso Ribeiradio - Ermida”.
- Fórum acerca da ação da poluição na população de anfíbios.
- Saída de campo noturna, dirigida às comunidades educativa e local, para observação de anfíbios.

sexta-feira, 26 de outubro de 2012


A Semana Europeia da Prevenção dos resíduos comemora-se entre 17 e 25 de Novembro e tem como objetivos: a redução do desperdício e a prevenção da produção de resíduos constantes, em toda a Europa. Assim, o projeto Eco-escolas, departamento de Ciências Experimentais e o Curso Profissional de Energias Renováveis juntaram-se para levar esta filosofia às comunidades que envolvem a escola, fazendo sessões na Juntas de Freguesia para um público generalizado e com os seguintes objetivos:
  • Definir estratégias de redução de produção de resíduos;
  • Relembrar/incentivar a separação de resíduos;
  • Apresentar formas inovadoras de recuperar resíduos, sem muito trabalho, para aplicar em atividades do dia a dia.

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Pobres das flores

Pobres das flores nos canteiros dos jardins regulares. 
Parecem ter medo da polícia... 

Mas tão boas que florescem do mesmo modo 
E têm o mesmo sorriso antigo 
Que tiveram para o primeiro olhar do primeiro homem 
Que as viu aparecidas e lhes tocou levemente 
Para ver se elas falavam...
O Guardador De Rebanhos
Alberto Caeiro 
13-03-1914